Como sempre, eu estava no meu quarto, onde as coisas acontecem por assim dizer, pensando em questões que me atraem muito, política, ecônomia e o homem. É estranho começar um post dizendo este tipo de coisa mas é pelo inenarravél prazer em pode compartilhar pensamentos com quem-seja-lá-quem-for, me obriga a dizer como sou e como penso. Acho que seja o real motivo do crescimento da blogsfera aqui no brasil e também no mundo. Gostamos de compartilhar, de dividir e apesar de vivermos numa cultura cada vez mais individualista e mesquinha certas coisas se mantém como pedra e alimentam nosso ego, uma delas, creio eu, seja este novo modelo de informação, o blog.

Mas voltando ao título que deve nos levar aonde queremos, os pensamentos que me vieram da comparação enquanto via notícias seguidas sobre a eleição nos EUA, com os candidatos ‘Mr. Obama’ e ‘Ms. Clinton’ e logo em seguida sobre a questão das ASFARC e a relação atual com o pseudo-ditador da Colombia, você sabe quem. E foi estas notícias que me fizeram relacionar e por na mesa as diferenças que a midia nos impoe classificando Hugo Chavés um “ditador em potencial” ou um “maluco da nova esquerda”, coisas assim. O que eu estou querendo dizer, é que em muitos aspectos os EUA não são diferentes com seu povo atualmente. Nos EUA hoje há: Controle de midia, censura a livros e a grupos contra o governo, eleições fraudulentas (vide George W. Bush), privatizações da maioria do serviços básicos de saúde (O Sistema de Saúde Americano não existe para o lucro dos Grande Conglomerados Farmacêuticos) dentre outras coisas. Falando assim nem parece grande coisa, né? Eu também acho. Mas dito isto você pode ter um ideia de que o American way of life não é mais a mesma coisa. No livro Cara, Cadê o meu País?, Michael Moore abre o jogo e conta tudo sobre a real situação do seu País no ‘reinado’ do que ele chama de, “presidente” Bush.

Do outro lado, temos Hugo Chavés que não está longe de ter certa semelhança com o ex-governador do Texas, Mr. Bush. Censura, fechamento de empresas privadas contra seu “governo”, estatização de empresas privadas burlando acordo internacionais e perseguição política. E isto é também um pouco que vimos, ouvimos nos notíciarios e que não fazemos idéia do que realmente ocorra lá fora. De um lado, governos neoliberais conversadores “cristãos” (veja que não sou anti-cristão mas o modo como estes partidos “cristãos” se comportam só me resta duvidar de sua crenças e mesmo eu sendo cristão, não vejo o porque de não confronta-los e discordar com as atitudes de pessoas que se consideram cristãs e praticam as maiores atrocidades ao mundo e ao seu próprio povo), do outro, Governos com economias baseadas no petrodolar e outras no narcodolar que se vêem como donos do povo para fazer o que quiserem e como quiserem, presunsoços e odiosos, só produzem mais pobreza e desesperança para povos já sofridos de tempos atrás pelos colonizadores espanhois.

Seja o ‘Neoliberal Branquelo’ ou ‘O Autocrata Ignóbil Indígena’, os dois se encontram no mesmo patamar de afirmação, que homens com poder são podres em sua maioria e que a ignorância que se mantém entra a população e sua indiferença produz á eles mesmo, dor e sofrimento. O que fazer em relação a isso? Eu posso dizer que buscar a viver, e não apenas sobreviver com muitos operários latinos-americanos pensam já seria um começo.

Precisamos voltar as antigas raizes dos grandes revolucionarios, sejam capitalista ou esquerdistas, nos espelhar em suas habilidades para movermos para uma mudança, tão necessária num mundo que cresce apenas em tecnlogia mas regride em democracia e verdade.