O título é até presunçoso e não tem nada haver com a realidade. Primeiro, eu não me considero um blogueiro, e outra, monstro e apelido. É, como deu para perceber o post de hoje é sobre mim, sobre a minha dupla personalidade, a não-física na blogosfera, e na meu mundinho chamado Terra da qual meu codinome é monstro, e não por sei feio de aparência (eu sou modesto!) mas por minhas atitudes em relação aos outros, que de as vezes demonstram o monstro horrendo do filme do Dr.Jekyll (vide o Médico e o Monstro).

Depois dessa introdução vou explicar do que eu vou falar. A pergunta que não quer calar é esta: afinal de contas quem somos? E não me refiro a pergunta que todos fazem a si mesmo sobre pra onde e vão e toda essa baboseira ‘emo’ mas nas coisas que você faz e não faz que definem quem você para você mesmo e para outros, um tipo de karma se você quiser chamar disso!

O homem é patético em tudo que faz, e o que sobra de bom ainda sim não serve para muita coisa a não ser de adubo. Sistemas de governo estão falidos e não representam (faz tempo) os ideias de ordem e civilização construída nos séculos anteriores, se é que houve alguma coisa assim antes . Vejam isso, veja como é sério o nosso problema e o meu. Há séculos a situação da Africa não muda, porque? Falta de recursos? Temo que os rebeldes da somália e os lideres muçulmanos na africa não sentem falta; Falta de compromisso? Acertou seu bosta, é isso mesmo! Não existe comida e dinheiro suficiente para os africanos porque está tudo entalado no nosso orifício anal e no bolso de grandes corporações sugadoras de países subdesenvolvidos. Quer ver outro exemplo? Elas, como eu já disse antes, as sugadores e sonegadoras de impostos, os conglomerados que controlam o que ouvimos de música, de notícias e de cultura, Elas sim merecem nossa atenção.Pelos simples fato de todas as suas falcatruas e aproveitamentos de “brechas” legais em países de pobres e mendigos fudidos tornar-los mais podres de ricos e os seu escravos mais escravos. E o que os governos fazem por eles e por nós? Vejamos…. Nada, absolutamente nada, incentivam multinacionais a empregar suas politicas de baixos salários e escravidão corporativa no seio de países com dividas no FMI. Mudam leis para ‘ajudar’ estas empresas-do-inferno promover o “crescimento” no País, que País? As vezes sinto falta do mundo que existia na idade média, onde tudo podia ser resolvido com um punhado de espadas.

No livro, Cara, Cadê o meu País? Michael Moore abre a o sarcófago dos EUA e externa os podres da terra-onde-os-sonhos-se-tornam-realidade. Um fato retirado do livro de Michael afirma que em 2001, o senado americano descobriu uma armação da qual eles chamavam de ‘seguro do camponês morto’, este seguro assegurava a grande empresa ganhasse o dinheiro(feito pela empresa secretamente) após a morte de algum funcionário e a família do falecido não poderia ganhar nada deste seguro. Hã?Não é só no Brasil que essas coisas acontecem, e vejam só, aonde estamos enquanto tudo isso acontece? Vendo Jornal Nacional, provavelmente. Vivendo a nossa vidinha de classe média trabalhadora, e pensando: O que eu posso fazer? Eu não sou ninguém! E é por essas e outras que a merda rola solta na presidência até os funcionários públicos, porque eles pensam: O que eles podem fazer? Eles não são ninguém. E assim, a contínua diarréica vida do país prematuro chamado Brasil se mantém em frases feitas que dizem que somos um país do futuro, e esse futuro nunca chega.

E que parte temos nós, “os ninguém”, somos mais do que ‘eles’ e mesmo assim ficamos a nossa vida toda fazendo,  ou o que é essencialmente maligno ou essencialmente razoável, pois nunca é o bastante fazer o bem, e também porque ninguém o faz, e os poucos que fazem não conseguem nadar sozinhos, ou seja, é muita merda para nada é mesmo estando limpinho não adianta muito. E as merdas que escutamos vão além de simples frases de finais de ano: “Queremos mais paz”, “O mundo precisa de paz” e blá, blá, demagogia pura e hipócrita. O verdadeiro mundo, o que nunca dorme fala aos quatro ventos: fome,violência, traficantes, drogados, homicidas,estupradores, maniacos do parque, ganguizinhas de classe média, homens-bomba, presidentes do mundo (vide atual “presidente” Bush filho), ‘abortadores’(mães irresponsáveis e médicos), pastores corruptos, padres pedófilos, budistas brigões, cientologistas ricaços, ditadores cinéfilos, xiitas malucos, sunitas vingativos, inimigos do estado, estados de sitio, golpes militares, militares,ufa! Está bom, você já entendeu o que eu quero passar, e longe de mim generalizar, porque pessoas honestas e bem intencionadas em ajudar o próximo existem em todo o lugar, mas são poucas. Criamos monstros e um deles é o blogueiro que vos fala. De que adianta falar em mudanças, e o que temos que fazer, se EU não faço, se EU não mudo. Traficantes de Armas são monstros do jeito deles mas eu também sou na minha indiferença a la Lula  que me impede de agir. O que vamos fazer ao invés de mudar algo?? Vendo jornal nacional talvez…