Neste dia ensolarado de pseudo-verão na cidade dos mosquitos e formigas de Paulínia é de onde vos falo. Mesmo sabendo que dias bonitos clareiam e alegram a alma poucas coisas vem ao meu coração para alegra-lo. E nesta busca continua no pequeno espaço da minha existência, da qual chamo vida que vem minha motivação para escrever e também esparecer.
Escrever nunca foi o meu forte pois nunca consegui organizar meu pensamentos de devaneios e de filosofia. Dos textos que escrevi, na sua maioria, são poemas e poesias que escondem minha dificuldade de me expressar através das palavras. O esconderijo da relativismo que vem na poesia me ajudou a conhecer minha alegria em escrever, mesmo que com dificuldade. Na relação de homem e lápis minha única ajuda foi minha solidão e introspecção. Esta que sempre me guiou de maneira bela no meu crescimento, também me trouxe momentos de loucura. E essa mistura de loucura e razão eu me lembro do escritor americano Capote e do filme que vi mostrando que os gênios são loucos na sabedoria de saberem o que fazem.Por isso ás vezes acho que tenho que K de escritor,  e as vezes não. É difícil saber o porque da minha confusão mas acho que deve-se a minha fraqueza em ser responsável em manter um cotidiano e me contentar com os altos e baixos da meu coração. Se você estiver lendo ainda queria que compartilhasse do que achou do pequeno ‘monólogo’ que escrevo até este momento. Não porque quero reconhecimento mas porque o homem dificilmente vê a si com realidade e profundidade e saber como eu estou indo na minha busca em melhorar meu jeito de escrever é importante para mim. E escrever, creio eu, pode me fazer ser um homem diferente do que sou. Adeus!