Este post é para as pessoas que normalmente se deparam com minhas frases com cunho anarquista/comunista/socialista que usualmente emprego. Já vo dizendo, eu não sou socialista, anarquista em certos aspectos beleza mas não militante socialista. A única coisa que creio é isto, do jeito que tá não dá! O imperialismo americano/chinês/russo/japonês/francês/inglês é já de muito tempo atrás produtor das maiorias atrocidades que o mundo já viu – mas ninguém viu(!),ou seja, a história não conta-, as barbáries no Vietnã, na 2ª guerra mundial, no Iraque, no Afeganistão, no golfo, na africa, no Haiti, no méxico, na América central e tudo quanto é lugar pobre e indefeso. Até ai nenhuma novidade, disso eu sei, mas o negócio é o seguinte, não dá pra ficar calado em relação à isso, seja contra o sistema de exportação de “democracia americana” para países ultra-subdesenvolvidos-vide, destruição das barreiras alfandegarias para o mercado internacional-, ou seja a derrubada de lideres democráticos feitos pela CIA e outros órgãos norte-americanos na América Central e do Sul (inclusive o Brasil!), é de conhecimento de muitos estas coisas mas e…? “o que eu tenho haver com isso?”, “O que se pode fazer?”. São sempre estas as respostas. Citando uma entrevista de Noam Chomsky no livro de David Barsamian, Chomsky declara: “A propaganda é para a democracia o que o cassetete é para o regime totalitário“. Ou seja, não vemos nada destas coisas por nossa própria culpa, o que neste mesmo livro ele chama de autodefesa intelectual (BARSAMIAN,2005). A capacidade consciente de um homem ser crítico e selecionador do que recebe de ‘verdades’ numa sociedade como a nossa. Dos discursos de Bush à Lula, vejo as mesmas coisas, palavras vazias e frases de efeito que para os bajuladores burgueses e ignorantes fazem muito sentido sempre(!), propagandas e mais propagandas escondendo as faces dos governos que não mais para Estados privatizados do que democracias independentes e imparciais. E a mídia nisso tudo, apenas replica de maneira superficial defendendo o que ela nem entende mas prega estupidamente. Viva a mídia, quem pode viver sem TV hoje em dia? É uma das coisas que eu mais ouço mas que menos concordo, sejamos sinceros, a tv brasileira é uma merda(não tão diferente das outras no mundo mas temos que falar daqui,correto?). Dos poucos programas que se salvam, estes ninguém vê, só uns zé niguém’s como você e eu, ex: roda vida, canal livre, jornal da cultura, jornal da band entre outro poucos…. Mas alguém pode falar: “Mas o que dá dinheiro meu, é o que as pessoas gostam de ver!”. Então eu respondo: “Pode ser mas se eles se comprometessem em colocar coisa boa as pessoas teriam que ver e assim teriam que gostar, é assim que funciona, você me da de comer, eu como!”. Nessa frase anterior, volta a questão da autodefesa intelectual como disse Noam, a consciência de que temos que peneirar e sermos críticos e não simplesmente telespectadores, e sim, teleatuadores. E o problema é esse, cada um acha que é apenas um e mesmo sendo o povo feito desse apenas um , todos esses uns que fazem a diferença, e não por serem diferentes mas por serem uns mais do um governo. Viva ao povo, viva a democracia, viva ao Brasil ou seja lá o que isso for!