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Meu post sobre aborto é ainda o que mais me rende visitas ao blog. Infelizmente, normalmente eles entram através dos termos ‘como fazer um aborto , e o post é pró-vida, já viu ne?. Pode me chamar de “retrogrado” mas eu sinceramente eu não sei do que eles estão falando. O que eu defendo é simples: ninguem fica meio-grávido, niguem pare mamão ou pêra, é gente, logo, abortar é eufemismo para matar, e matar gente. Em contraposição, estão os defensores do aborto que dizem que a mulher tem direito de escolher ser mãe, e eu concordo, escolha antes de fazer sexo. Já o que eu não concordo é que é criminalizado, porque a legsilação brasileira já preve aborto em certos casos, então nos vem a pergunta: o que, pelo benedito, eles querem discriminalizar? Não sei, eu já vi bastante “discussões” na tv, radio, internet -normalmente não são discussões porque só há apenas pró-aborto e elas nunca deixam claro descriminalizaar o que? Aborto por falta de planejamento familiar? Por irresponsabilidade? Por falta de prevenção? Eu sinceramente não sei, eu sou retrogrado, retrogrado por apenas achar irracional todos esses discursos “progressistas”. Não há nada de progressita dizer que eu posso matar uma criança por eu ter direito a liberdade de escolher ser mãe ou não. Se você ainda achar que eu sou retrogrado, pare de ler, se não, dê para adoção. Deixa Adotar, dê a criança para uma igreja, pra um orfanato, deixe no hospital, em qualquer lugar seguro e que de facil acesso para acha-los. Não mate eles, eles podiam ser você.

É de reflexões que se fazem pensamentos e de pensamentos, vida, assim, pensar é viver, e então vamos a Descartes, penso, logo existo. Contudo, vem a pergunta: que diabos isso tem haver com literatura? Ou mesmo descanso? Bem, a conexão que faço com pensar e literatura é que de alguma maneira não-crítica certas leituras nos levam a pensar, e isso já é obvio para muitos, e creio que seja para você leitor. De toda forma, o objetivo desse texto é relacionar a literatura não a viagens, aventuras e ação, e sim; a um descanso, despreocupado e como um bem em si.

Num mundo de homens sem peito estressados e mulheres sem força mais estressadas ainda , soa engraçado falar sobre uma vida de descanso da vida na vida. O que é preferível e visto como descanso são TVs, rádios, musicas e filmes longe sempre da boa vida da literatura. Não é elitismo, de maneira alguma, porque se alguém quer ler Quem mexeu no meu queijo? , por mim tudo bem, mas vamos comparar certas coisas na vida como boa comida: saudável, nutritiva e naturalmente completa e outras como fast food. E esse outro tipo de leitura é isso, comida rápida e plástica, construída apenas para atender sensações humanas estritamente especificas, ou seja, viciantes. Porque é factual, que quando se isola um esquema natural, ou um elemento químico, ou mesmo sabores, eles se tornam não-naturais, e é isso que os tornam maléficos de alguma maneira. A falta de ética e consciência cientifica é imensa porque onde normalmente se encontra de maneira suave e controlável com outros inibidores dentro dos elementos naturais, o homem pega e o transforma em droga, e também o é assim na literatura. E é o parar, pensar e descansar que nos faz repensar coisas desse tipo, seja nossa alimentação real ou mental. Mas num mundo onde “o tempo” nos comprime e nos impede de pensar, quem existe? É a pergunta que faço. Não somos nós as salsichas adolescentes do clipe another brick in the wall do Pink Floyd, ou mesmo, os betas, e zetas, do Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley? Como será descansar onde todos andam rápidos, desinteressados e cansados, e que quando param vêem na TV sangue, sexo e loucura num tipo de BurgerKing publicitário.

Nos vendem enquanto andamos nos nossos transportes de carga que chamamos de transporte público, quando voltamos para casa na nossa caixa de diversão, a TV, vendem quando estamos num banheiro de uma boate qualquer. Não temos escolha. É comprar o que produzimos ou somos chamados de antiquados, retrógrados e não-progressistas. É apoiar um falso desenvolvimento sustentável que sustenta apenas o mesmo modelo dos capitalistas ingleses rechonchudos da década de 20. É por isso te convido a descansar, e usar da literatura para fazer isso. Talvez possa até pensar: como fazer isso enquanto eu tenho dois trabalhos, dois filhos e vida pessoal? Creio que se você não desligar a TV da sua vida, isso pode ficar do jeito que está. Veja, que é apenas um apelo para que você exista ou pense, mas que faça um dos dois pelo menos. Vá aos clássicos literários, descubra o quanto você não sabe num mundo onde diz-se que se sabe tudo, ache livros por você mesmo, não compre Best-sellers, sai do usual, repense. Não vá atrás de jornais não, não fique “informado”, na forma, indo para origem da palavra, se desinforme, e exista! E talvez, você consiga descansar nesse mundo que faz você não pensar. Reconheça as coisas que lhes tão perto e que você não aproveita. Não veja a lua como um astro ou o Sol como a nossa estrela. Admire a chuva, o verde, a alegria de alguns amigos conversando, uma piada sem graça de uma amiga querida, exista! É certo que você pode aproveitar as coisas de maneira consciente, saudável e ver que poderemos deixar de ser homens e mulheres sem peito, desonrados pelo sistema que nos mesmos produzimos. Quem sabe isso faça diferença, ou não, isso vai ser com você, mas com certeza de maneira suave sua vida pode ter uma melhora, uma respiração mais profunda, um olhar mais atento aos que os outros falam.

É objetivo do Grande Ford criado por Huxley que deixemos de crer que vivemos, e é essencial para a continuidade desse sistema que sublimamos nossa existência a um nível deplorável de submissão e descontrole emocional. Pense, se emocione, viva e não se perceba como alguém que vê a própria vida como se estivesse fora dela, um ser fadado a ser um numero aritmético na escola, trabalho e vida. Quando se vive uma vida automatizada por roteiros, horários e costumes não se percebe os momentos presentes de maneira presencial, tentar observar isso e reconstruir uma vida vivida por você mesmo é essencial para que você exista, viva e pense. Então, descanse!

Altar grego para o Deus desconhecido

Olá leitor! Eu novamente abordando o cristianismo  para quem não é cristão (pelo menos é esse o meu objetivo!).

Hoje eu vou comentar algo que tem me incomodado muito. Devo dizer que eu dou risada quando assisto programas de carater cristão duvidoso na tv.”igrejas globais da vida”, ou, “comunidades poderosas da maquiagem de Deus”, esse tipo de coisa. Mais coisas que eu sempre dou risada meu coração se entristece por não perceber o Senhor Jesus sendo pregado. Não quero tratar disso precisamente, meu objetivo nesse post não é dizer que está certo ou errado, e sim dizer que Cristo está certo, que ele e suas palavras são os verdadeiros parâmetros para nossa vida, fugindo dessa ideia muitas coisas aparecem, muitas menos cristo. Digo isso por ser muito fácil, a realidade mostra, deixar que caiamos por causa de pequenas pedras. Admito que por muito tempo passei obscurecido por muitas coisas, mas hoje posso dizer que encontrei Cristo, passei a crer na sua palavra e não viajar nela. Sua graça me alcançou, definitivamente, de maneira que hoje vivo uma vida mais perto dele e mais aberta a ele do que antes. E esse antes, se baseava na falsa ideia da graça, e na falsa ideia dele, hoje vejo o quanto ele é amoroso e compreensivo, algo essencial para a situação nossa. E baseado no momento em que Jesus vai lavar os pés dos discipulos, e quando Pedro diz: “Senhor, eu não vou deixar que tu laves meus pés!”. E porque ele fez isso? Porque era auto-suficiente, não tinha sido revelado da verdadeira personalidade da graça de Deus: Cristo lavando seus pés! Porque? porque o homem não pode fazer isso só! Contudo, deixamos tudo isso por migalhas da mesa, onde habita miséria de Deus, não que eu não veja que o que se ganha com as pregações de hoje não seja bom para ninguem, e o é, porém a verdade de Deus não está na defesa da saúde terrena, ou da posse de promessas de ambição, ou empresas, e sim, no caráter de sua relação com Deus, sem isso, devo repetir o que Cristo falará no final de tudo: “aparta-te, maldito, não te conheço!”. E as doutrinas de demônios vomitadas das bocas dos prósperos nos levará apenas a um lugar, o de desconhecer a Deus.

Os evangelhos são claros e o novo testamento, e o velho, que o relacionamento com Deus está acima das coisas passageiras, e é isso, que apenas continuará na eternidade. Milagres levavam a se falar de Cristo, porém, no novo é bem visivel que a salvação não está ligada a isso. Os verdadeiros milagres que Deus nos constrange com seus espirito santo é amar, perdoar, ajudar, orar, sorrir, brincar, viver e todas as coisas que o apostolo Paulo nos conclama a pensar, coisas de virtude. Foi um milagre, a mulher adultera ir de encontro a Cristo e chorar aos seus pés, e limpar com seus cabelos o óleo que custou quase toda sua vida trabalhando. Oras, milagres não são coisas incomuns? Os exemplos são diversos na biblia e na nossa vida diária. O senhor nos chama não à babulrdia do dinheiro e da felicidade terrena mas a felicidade que excede todo entendimento, alicerçada nele e para ele, na completa existencia que o homem tem quando encontra Deus.

Marx estava certo quando disse que a religião era o ópio do povo. Porém, ele não sabia que Cristo era a água da vida e o pão do céu, e sem isso não se pode viver sem. E é por isso que devemos sair de nossas sinagogas, pararmos de vender coisas dentro do templo e sigamos Cristo pela judéia afora!É isso! Foi um post pequeno o de hoje mas minha cota de tempo sem escrever expirou e era preciso! :P

PS: E a paz do Senhor Jesus Cristo venha sobre ti nessa hora, e que você encontre o Deus desconhecido que se mostra e se mostrou atraves da natureza, e na propria natureza do homem, e seja livre, para viver plenitude de viver a verdade de todas as Eras: Cristo!